A FAMÍLIA GRANDE
Por Neuton Corrêa em Crônicas
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Encontrei a senhora Grandona numa viagem do 351. Embarcou na Praça 14 de Janeiro, um pouco depois da Igreja de São José Operário. Tive impulso de falar com ela, mas hesitei.
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REPÓRTER DE SORTE
Por Neuton Corrêa em Crônicas
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Ao desembarcar do 422, na estação da Matriz, fui recebido com uma afirmação que me deixou pávulo pelo resto do dia: “Ah repórter de sorte!”. Era o Louro. Começamos juntos no rádio.
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MEU LOUCO DESEJO
Por Neuton Corrêa em Crônicas
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Assim que seo Flávio me mostrou a foto de sua filha senti o mesmo desejo que o escritor colombiano Gabriel Garcia Márquez sentiu aos 90 anos de idade: o de poder me dar de presente uma noite de louco amor com aquela linda morena.
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O TRABALHO NA TERRA DO CARNAVAL
Por Bruno Peron em Brasil e América Latina
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Os conceitos de trabalho e emprego confundem-se no Brasil.
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A REFORMA AGRÁRIA
Por Bruno Peron em Brasil e América Latina
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A concentração de propriedade é abusiva neste país, portanto é necessário implantar um novo modelo de apropriação agrícola e resgatar os erros do passado.
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A PARÁBOLA DO MACACO
Por Neuton Corrêa em Crônicas
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Vi meu ex-professor de Metodologia e, de novo, voltei a sentir pena do macaco-da-noite. Encontrei o velho filósofo dentro do “cata-corno”, como é conhecida a rota Integração que circula dentro da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).
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OS CABELOS DO ZÉ
Por Neuton Corrêa em Crônicas
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Desci do ônibus curioso para saber quantos fios de cabelos têm na cabeça. Não perdi tempo. Fiz a pergunta ao Google e lá me veio a resultado da busca: “Caro amigo repórter, as pessoas têm entre 90 mil e 150 mil fios de cabelo na cabeça”
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A MORTE DE DONA BUNDINHA
Por Neuton Corrêa em Crônicas
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Por descuido, saí do trabalho com o crachá no peito. Não passava por mim que o vacilo me faria viajar no tempo
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A TORRE DE BABEL
Por Neuton Corrêa em Crônicas
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A confusão tomou conta da viagem. Por alguns minutos senti que o 651 era a própria Faixa de Gaza
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O PAQUERADOR ENRASCADO
Por Neuton Corrêa em Crônicas
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Todo mundo se assustou com o grito desesperado do rapaz: “Ai! Ai! Motorista, pelo amor de Deus, pára o ônibus! Pára! Pára! Pára!”
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